(Rivane Barreto)
Como já diz o velho e conhecido ditado popular: "É impossível agradar a gregos e troianos". O assunto Globalização não difere muito deste dizer. Tem pessoas que defendem, há aqueles que a condenam, bem como outros que consideram alguns pontos como positivos e outros negativos nesta questão.
Mas, independentemente da opinião que acreditamos, não podemos negar o fato de que a tendência desse sistema é aumentar cada vez mais.
Ao meu ver, a Globalização Financeira traz muito mais benefícios que malefícios para a economia mundial, tanto para as grandes potências como também para os países emergentes em desenvolvimento.
Países ecomicamente mais fortes, como é o caso do Estados Unidos, assumem o papel de investidores, investindo de forma direta ou financeira em países que de possuem algum tipo de riqueza ou atrativo e não são economicamente estáveis para se autodesenvolverem.
Para muitos esta intervenção de capital internacional em um dado país pode parecer maléfica para aquele que possuir um poder econômico menor que acaba perdendo sua identidade, na opinião dos mesmos. Porém eu vejo isso como uma forma de icentivo para estas economias, pois sem o capital estrageiro seria muito díficil, se não quase impossível para alguns sobreviverem.
O cuidado que esses países emergêntes têm que tomar é saber medir quando e em qual proporção é interessante para o seu desenvolvimento abrir seus mercados para investimentos estrangeiros de forma que não voltemos a época das "colônias", com o dominínio e total dependência das "metrópolis".
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